Como administrar certas faces da vida? Há vezes onde a imprevisibilidade das reações humanas caminha contra o brilho da janela ensolarada que abrimos e nos deparamos com uma névoa sombria que antes parecia ser uma canção. Havia sol. Eu sei. O calor ainda está aqui. Mas tornou-se vão.
Solidão, imprevisivelmente companheira, quieta e transparente, sem face ou cor, mas agradável como um gole de água fresca no deserto. Como administrar a solidão? Vida é como a conhecem. Nascemos e morremos sozinhos. E viver no fundo é uma peregrinação solitária de lutas contra a interferência daqueles que tentar escrever ou rabiscar em nosso livro.
Houve uma canção. Há uma eterna solidão. Não há vida sem canção.
By Raquel Loureiro
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